sábado, 6 de novembro de 2010

Frases feitas e ditas por outros e pensadas pela Sissinhaaaaa

Hello, queridos! Tempão sem escrever pro blog...
Minha vida anda muito agitada, trabalho, estudo, vida de mamãe (a q mais me toma tempo, diga-se de passagem) hehehe! Mas, quem é vivo sempre aparece e cá estou com um testículo um pouco filosófico! Aliás, eu estou numa fase da vida, bem filosófica, dizem que é a tal da crise dos 30, hehehe! Vai sabe... Mas, vamos ao q interessa!

Ontem assisti o filme Ironias do Amor, com um pequeno e irritante detalhe: o filme que consegui era dublado (já começou mal) e o áudio em português foi amadoramente colocado por cima do áudio em inglês, no mesmo volume inclusive. Em conseqüência disso, eu entendi bulhufas do filme... Se o áudio fosse só em inglês garanto que teria entendido muito mais coisas... (falo isso com propriedade pois, modéstia parte, meu inglês deu uma bela evoluída nas ultimas semanas, graças a TopWay).

Não tenho certeza, mas pelo pouco que entendi do filme, acho q ele é bom... Vou tentar conseguir a versão quentake pra assistir e qdo isso acontecer darei a minha opinião exata sobre...

Mesmo assim consegui tirar uma frase legal do filme, não é a toa que sou
 a mulher das frases, né! "O destino é a ponte que você constrói até a pessoa amada" - legal isso né?... fiquei pensando em muitas coisas... as pessoas ficam brincando de sério nos relacionamentos... escondem sentimentos pra não se machucar... e deixam de construir a ponte... por medo... e, “vai sabê”... perdem a oportunidade de, simplesmente, ser feliz... por puro medo.... depois ficam pensando q o tal do destino foi o culpado por distanciar aquele amor... ficam imaginando q a outra pessoa não tá “ENEM aí” (aproveitando a piadinha do ENEM q está acontecendo hj), qdo na verdade ela tbm está lá do outro lado se segurando para não ligar, para não procurar...


Claro, não vamos generalizar, existem casos em q a pessoa realmente não está afim, ou é um(a) filho(a) da puta que quer brincar com os sentimentos alheios... mas pela experiência q a titia aqui adquiriu neste tempo, grande parte das pessoas têm é medo de se entregar, de mostrar o sentimento, de se apaixonar, por “n” motivos que nem dá pra enumerar, afinal, cada um com seus problemas já dizia aquele velho ditado...

Então, senhoras e senhores, escutem a titia aqui: NÃO coloquem a culpa no coitado do DESTINO... CONSTRUAM A PONTE!!! tô falando isso pra mim inclusive...

By the Way

Outra frase que ouvi ontem foi dita pelo ator Eduardo Sterblitch no Jô, diga-se de passagem, estava muito engraçado, ele se embebedou tomando whisk... não conseguia nem falar direito... ri demais!!! Ele falou: “O inimigo do bom é o melhor” – e é, realmente!

Ele falou isso pra mostrar que existem pessoas que são melhores e que são tão boas q outras não têm como chegar aos pés, exemplificou puxando o saco do Jô, dizendo que se o Jô existe ele (Edu) nunca será o melhor... eu já pensei de outra forma...

Muitas vezes perdemos a oportunidade de fazer alguma coisa, pois achamos que não conseguiremos fazer uma coisa realmente perfeita, eu to falando de perfeição, perfeccionismo... Mas a verdade é que é melhor construir alguma coisa imperfeita, com defeitos e tal, do que não construir nada... Dependendo do caso ainda dá pra ir melhorando com o tempo, não é?  

Outra coisa que fiquei pensando com esta frase, foi a função de que qdo uma pessoa é boa no q faz, muitas vezes, por vários motivos, ela acha que aquilo já ta bom pra ela, para de crescer, de evoluir, esquecendo que pode ser melhor... só que sempre tem outra pessoa que pode ir evoluindo e tornar-se melhor... o bom é sempre estar evoluindo, crescendo e melhorando... agora fui!!! Bj bj

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O Milagre de Berna

Olá, recentemente no curso de capacitação que estou fazendo assistimos ao filme "O Milagre de Berna", baseado nele, a professora pediu para escrevermos uma narrativa. O filme é maravilhoso, adorei, até porque quando assisti estavamos bem perto da final da Copa e a Alemanha se encaminhava para a final. Não é à toa que torci muito pela Alemanha. Infelizmente, deu Espanha.

Mas vamos ao texto. Aí está a minha narrativa. Foi difícil pra mim, mas consegui escrever a tal narrativa e gostei muito do resultado!!!

Obs.: Fiz a narrativa baseada na mãe.


O Milagre de Berna

Ele realmente já não era mais o mesmo, depois que retornou do conflito, as lembranças o atormentavam, as experiências que passou pesavam muito sobre o seu lado psicológico. Frio, fome, medo, perigo entre outras sensações que experimentou durante a longa prisão, fizeram de seu coração um iceberg, Talvez a liberdade que lhe foi dada tenha sido a mesma coisa que lhe tirar a vida com um simples disparo de metralhadora. A segunda hipótese certamente seria mais fácil de ser vivida para ele. O choque com o novo mundo, evoluído, liberto do estigma do nazismo era um castigo ainda maior.

Ele já não me reconhecia mais, confundiu-me com nossa filha. Bruno o afrontava, ele também sofreu muito com o acontecido, assumiu a responsabilidade por nossa família, já não sentia a falta do pai. Richard chocou-se quando lhe disse que ele tinha mais um filho. Matthias era um menino simples, de bom coração e era um sonhador, expressava isso através do futebol. Ele ajudava seu amigo Rahn, jogador profissional, a levar as malas. Hoje percebo que meu filho refletia todo o estado de espírito do nosso povo traumatizado pelos horrores da segunda grande guerra.

Seu retorno foi muito difícil, ele não conseguiu se adaptar, havia um bloqueio em relacionar-se com nossos filhos. Comigo também acontecia a mesma coisa. A cada dia ele tornava-se mais agressivo. Minha angustia aumentava. Para mim também era difícil, embora o amasse e tivesse saudades, já havia construído uma rotina sem ele. Nossos filhos me ajudavam no bar e tudo era harmônico em nossa convivência. Agora eu me deparava com a minha família dissolvendo-se.

Era tempo de Copa do Mundo, Matthias estava eufórico com a possibilidade de assistir aos jogos na televisão. Não poderia deixar de assistir seu amigo Rahn defender nosso país. Para ele, e acredito que para todos os alemães, o futebol tornou-se naquele momento a esperança para a nossa pátria.

Richard sabia que as coisas não iam bem, o peso das lembranças de prisioneiro o atormentava, mas ele sabia que deveria mudar, assim como mudaram sua vida neste injusto conflito. Resolveu ir até a igreja orar, lá recebeu o alento do padre. Ali nascia um verdadeiro milagre, para a nossa família, para a seleção alemã e para o povo alemão.

O cinza daquele pós-guerra já não era tão cinza. Os dias foram ficando mais fáceis de serem vividos. Aos poucos nossa convivência foi melhorando. Passamos a compreendê-lo melhor. E ele ficou mais calmo, talvez estivesse fazendo a digestão de tudo o que passou durante o longo pesadelo da guerra. Sorriu pela primeira vez no campinho, brincando sozinho com a bola que havia presenteado nosso filho. Estava reaprendendo a viver.

A final da Copa apontava os alemães e os húngaros. A possibilidade de Rahn jogar inspirava e preocupava Matthias. Ele acreditava que Rahn só vencia jogos importantes com a presença dele. Isto estava o angustiando. Richard pegou o carro emprestado do padre e partiu junto com Matthias para Berna. Ele entendeu a aflição do nosso filho e resolveu mostrar de uma vez por todas que poderia ser um bom pai e fazer toda a diferença, naquela final da Copa. A viagem foi agradável, embora cansativa, pai e filho estavam enfim se conhecendo e se amando.

Foi a virada na vida da minha família. Já a virada no jogo aconteceu quando Matthias entrou no estádio de Berna e Rahn o enxergou. Rahn encheu-se de esperança chutou e marcou o gol que antecipava a vitória alemã.

O reencontro de Matthias com Rahn e o pai, no trem, no retorno para a casa, fez nosso filho entender o verdadeiro sentido de tudo, ele percebeu o milagre que trouxe o pai novamente ao convívio da família. Richard também viu que sua ação tinha gerado um verdadeiro milagre, encontrou o recomeço, assim como nossa família e toda a Alemanha.

terça-feira, 13 de julho de 2010

O início da Copa do Mundo 2014

Não sei se as pessoas sabem que antes de ser jornalista eu já era publicitária, mas tenho certeza q a maioria não sabe que antes de ser publicitária, bem antes mesmo, aproximadamente oito anos antes, eu já era desenhista industrial, hoje a denominação é designer. Trabalhei cerca de 13 anos diretamente com design em gráficas, editoras e afins...


Desenvolvi muitas marcas, logomarcas e logotipos, até perdi as contas, acredito que bem mais de 100. Talvez um dia eu tente contar no meu arquivo morto. Ganhei muitos prêmios, inclusive, com a criação de logos. Não estou aqui querendo me promover ou aparecer. Minha intenção é mostrar para vocês que eu tenho um mínimo de base para sustentar as críticas que farei aqui.

Então, vamos aos fatos. E o fato é que hoje quando cheguei na Assessoria e fui buscar os acontecimentos do dia (sempre faço a minha atualização sobre os acontecimentos do mundo quando chego na Assessoria), me deparei com o tal lançamento do logo da Copa 2014. Que susto! O que é aquilo?

Aí eu perguntei? Será que não avisaram a Fifa que no Brasil existem designers e publicitários de peso?

Acho que meu filho faria uma coisa muito melhor... Não é para tanto, meu filho tem apenas dois anos. Mas sei que com dois ou três telefonemas para alguns amigos que trabalham na área, arrumo um logo muito melhor e não precisa prazo muito longo não. É só brifar direitinho qualquer um deles e tenho certeza que sairiam ideias muito mais criativas.

Quando vi a tal logo, resolvi me aprofundar no assunto... E logo achei a opinião do Wollner, aquele cara que fez a logo do Itaú, Hering entre outras, e concordei com algumas coisas que ele declarou. Uma delas é “Não é uma marca, é uma ilustração de um artigo - A vergonha do Brasil”.

Logo encontrei o tal Júri que escolheu a logomarca (o site descrevia como “júri de notáveis”): Nada mais nada menos que Ricardo Teixeira, o arquiteto Oscar Niemeyer, o designer Hans Donner, o escritor Paulo Coelho, a cantora Ivete Sangalo e a modelo Gisele Bündchen. Não quero aqui diminuir o trabalho de ninguém, acho que todos conseguiram destaque no que fazem e alguns realmente são bons nisso.

Aí eu perguntei: Será que não avisaram a Fifa que Ivete Sangalo entende é de música? E que Bündchen entende é de passarela? Que Niemeyer apesar de ser um gênio entende é de concreto? E que Hans Donner apesar de ser designer entende mesmo é de Globeleza?

E o que falar de Ricardo Teixeira? Não soube escolher nem o técnico da seleção, imagina escolher logomarca...

Brincadeiras a parte, fica a indignação de apresentarem uma logo tão primitiva para um evento que colocará o Brasil na vitrine do mundo... Uma logo que já virou piada relacionada com Chico Xavier psicografando, com uma pessoa envergonhada, com mão na bola que é falta e até com três mãos tentando roubar (sem falar que uma só tem quatro dedos), uiii, doeu né? Nem vou comentar o tal do vermelho no meio da logo... deixa assim...

Só torço que esta logo não represente o início de uma Copa decepcionante... chega por aqui... já to “me passando”...  deixo aqui algumas imagens que estão circulando pela internet. Fui!


sexta-feira, 25 de junho de 2010

o temor pelas mudanças...

Passei só pra deixar este pensamento que recebi agora por e-mail, como era um .pps não repassei. Na verdade raramente os leio.


Hoje resolvi ler e encontrei esta mensagem que está encaixando direitinho no meu momento!

Coisas novas estão acontecendo na minha vida... poucos sabem, muitos se quer vão saber... coisas que eu temia, coisas que eu evitava, coisas que eu estava "empurrando com a barriga", como se diz... por ter medo, por temer as mudanças...

O medo da novidade, da mudança é e foi comum em toda a história da civilização. Aconteceu em vários pontos importantes da história, para citar uma, a Revolução Industrial... mas não estou aqui para falar de história...


O desconhecido nos gera o medo. Medo de perder o que já se tem, o que já se conquistou, a segurança do que já é rotina... por algo que não se tem certeza, por algo que não se sabe se é melhor ou não...

O medo do arrependimento... e tantos outros medos que uma nova situação que se impõe causam.

Não estou aqui condenando o medo, acho que o medo é uma sensação muito importante para o ser humano. Não fosse ele, faríamos qualquer coisa sem pensar e teríamos os mais cruéis resultados. Na minha opinião, o medo é um freio que evita acontecimentos ruins.

Aqui, quero falar no medo exagerado, aquele medo que não nos deixa dar um passo a frente, não nos deixa evoluir, não deixa sermos melhores... aquele medo que nos faz assistir sentados aquela oportunidade única passar...

Já tive muitos na minha vida, medo de trocar de endereço, medo de terminar com um namorado, medo de trocar de emprego... Hoje vejo que todos os medos que superei e que enfrentei, fizeram a minha vida melhorar e eu evolui muito com isso... mesmo assim, até ontem eu estava amarrada a um destes medo...

Mas a vida é boa, e as vezes manda um sinal, aquele empurrão que faltava para nos tirar da inércia...

Espero que estas mudanças venham para melhorar a minha vida e a do meu filhote!!!

um bom findi pra vcs e aproveitem a mensagem! bj bj


Eu temia...

Eu tinha medo de ficar só...

até que aprendi a gostar de mim mesmo.

Temia fracassar…

mas percebi que só fracasso se desistir.



Eu tinha medo do que as pessoas pudessem pensar de mim…

até que percebi que o que conta realmente é o que penso de mim mesmo, com consciência, lucidez e humildade.

Eu temia ser rejeitado…

até que percebi ter fé em mim mesmo, que sou meu maior companheiro.



Eu tinha medo da dor…

até que percebi que o sofrimento só me ajuda a crescer e afasta de mim a arrogância.

Eu temia a verdade…

até descobrir que a verdade é um espelho quebrado em mil pedacinhos.



Ninguém é dono da verdade,

pois não tem mais do que um caco dela.

Eu temia as perdas e a morte…

até que aprendi que as perdas não representam o fim, mas o início de um novo ciclo.



Temia o ódio…

até que aprendi que o ódio é um veneno que a pessoa toma pensando atingir o outro.

Eu temia o ridículo…

até que aprendi a rir de mim mesma.



Temia ficar velha…

até que compreendi que posso ganhar sabedoria a cada dia.

Temia ser ferida nos meus sentimentos...

até que aprendi que ninguém consegue me ferir sem minha permissão.



Temia a escuridão…

até que entendi a importância da luz de uma pequena estrela.

Temia mudanças…

até que percebi as mudanças pelas quais tem que passar uma bela borboleta antes de poder voar.



Eu ainda tinha medo de ficar só.

Até que aprendi que a única pessoa que estará comigo em todos os momentos da minha vida sou eu mesma!



Vamos enfrentar cada obstáculo à medida que apareça em nossas vidas com coragem e confiança.
E não esqueça
Nunca desista de você!

Autoria Desconhecida

terça-feira, 8 de junho de 2010

Eu to falando de amizade!

As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.” Lílian Tonet

Comecei com esta frase o post de hj, pois resolvi escrever sobre uma coisa que é um dos maiores motivos de felicidade que tenho em minha vida. “Eu to falando de amizadeeee”, como diz uma amiga minha. E é exatamente sobre esta amiga que eu quero falar.

A carinha dela acabou de pular no canto do meu micro (entrou no msn). Isto me dá mais vontade de escrever sobre ela, pois sei que em alguns segundos a janelinha do MSN vai piscar. E provavelmente ela vai dividir alguma coisa comigo. Seja bom ou ruim, uma coisa séria ou algo banal...

Ela é a Lelê. Minha amiga, minha irmã. Resolvi escrever sobre ela, pq não consigo entender oq aconteceu entre nós.

Simplesmente nos conhecemos há mais ou menos três anos, e alguns poucos meses depois já éramos amigas, como se fosse de infância. Incrível! Agora, pensando bem, fico fazendo contas de cabeça e não consigo acreditar que faz apenas três anos q nos conhecemos. Parece muito mais...

A realidade é que hoje não me imagino sem essa loira, sem seu apoio, carinho, respeito, atenção, puxão de orelha, é pq é pra isso que existem os amigos tbm. Para puxar nossas orelhas quando estamos fazendo, perdoem a palavra, merda.

Aliás, a janelinha do MSN piscou como previ e ela acaba de puxar a minha orelha, kkkk. É que não dou jeito no meu TCC e ela tá sempre na volta, preocupada.

Voltando a nossa história de amizade. Em pouco tempo vivemos muitas coisas juntas, é melhor nem citar aqui... Hoje, ela é, além de minha amiga e irmã, minha comadre. Tem o “dever” de me ajudar na criação do meu filho. E desempenha este papel muito bem!

Peço desculpa aos meus outros amigos, quero escrever sobre cada um, mas no momento certo. Este momento é o da Lelê, minha irmã, que hj vou acompanhar até a “capitar”. Ah, esqueci de falar uma coisa, eu me mato de orgulho dessa guria! Ela é mestre! E hj vamos a Porto Alegre para o lançamento do livro que tem um capítulo que ela escreveu! Chique não?

Termino o post com outro texto que circula ai pela internet.

Por que as pessoas entram na sua vida?

Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira". Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.


Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"... é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Ás vezes, essas pessoas morrem. Ás vezes, eles simplesmente se vão. Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.


Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer... Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".


Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.


Não tenho dúvida que a Lelê é dessas pra “Vida Inteira”, todos os sintomas citados no texto fazem parte da nossa amizade... ela me ensina e me ajuda a ser mais forte emocionalmente, a ser uma pessoa melhor. Da mesma forma acredito que eu tbm a ajude. E certamente, isso tudo reflete no meu cotidiano e no dela...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Não sou megastar

escrita em 26 de maio

Hj fui em uma loja aqui em Pel, meu objetivo era comprar algumas blusinhas de manga longa. Para variar, fui olhando “unas cositas más”, só pra variar um pouco mesmo. Como sou louca por artigos esportivos, fui parar no respectivo departamento rapidinho...

Eis que uma atendente, muito atenciosa, diga-se de passagem, veio me dar uma atenção. Encontrei uns casaquinhos de lã do Grêmio, lindos, ela logo brincou que eram feios, que tinham outros (do inter) que eram mais bonitos. Adorei-a, mesmo sendo colorada, nada como uma vendedora gente boa, com bom humor, ganha o cliente na hora!

Assim acontece com todas as profissões. Há algumas semanas fui jantar no Cruz da Avenida com um amigo, lá tem um garçom muito gente boa. Pedimos Bacalhau à Gomes de Sá, maravilhoso, recomendo! Um vinho e uma água mineral! Primeiro ele perguntou se a água era com bolinhas ou sem bolinhas. Meu amigo, que não é daqui, não entendeu, expliquei o que significava e rimos muito! Depois ele ficava passando na mesa e dizendo que o “Seu Gomes” já tava vindo, entre outras brincadeiras. E nós ficamos conversando sobre como os profissionais ganham os clientes sendo agradáveis.

Bom, misturei os assuntos, mas vocês entenderão o pq. Acontece que durante a conversa com a vendedora eu falei que eu era enlouquecida por artigos esportivos do Pelotas e do Grêmio, mas que tinha muita coisa e não podia usar todos os dias por causa da minha profissão. Ela perguntou qual era a profissão e eu falei. Ela ficou encantada e disse assim: “Vou falar para minha mãe que atendi uma jornalista”. Achei muito engraçada a situação.

As pessoas têm uma visão hiper-mega-super glamourosa da profissão de jornalista. Infelizmente, tenho que desmentir esta visão e desmitificar a profissão. As coisas não são nem perto glamour. Antes de qualquer glamour vem muito trabalho, muito suor... O produto final do jornalista seja em forma de matéria escrita, seja em reportagem para TV ou Rádio é apenas a conseqüência de muito, mas muito trabalho mesmo.

Pegando o meu caso, que sou assessora de imprensa, até chegar ao produto final, em forma de release, que é oferecido aos veículos de comunicação, acontece muita coisa, é pesquisar fontes (e neste caso ajuda muito ter o bom humor da vendedora e do garçom, agradar é a alma do negócio!), pesquisar pautas, fazer entrevistas, fotografar, ir atrás de informação, escrever, corrigir... ufa! Haja fôlego. Claro que quando a nossa matéria vira capa de jornal, sai em página inteira, vira reportagem em tele-jornal... é muito gratificante, mas isso é apenas uma conseqüência do bom trabalho feito anteriormente.

Vocês podem estar pensando que eu acho que a profissão não tem glamour pq sou da imprensa escrita. Enganam-se, tenho vários amigos que trabalham em televisão, rádio... e todos trabalham demais. Pegamos o exemplo da TV, meu pai trabalhou na RBS durante 16 anos e trabalha na TV Nativa, há, no mínimo, seis anos. Sei bem os bastidores de TV, eu já trabalhei inclusive em duas emissoras. Não pensem que TV é glamour, pode até ser para apresentadores da Globo, artistas etc... Mas para jornalista, não é bem assim. Aparecer na telinha é só o final de um longo trabalho, de equipe, diga-se de passagem. É horas de busca de informação, de gravação, de decupagem, de criação de texto, de edição de imagens etc.

Jornalista acorda cedo, lê os jornais, se informa sobre tudo que acontece na cidade, no estado, no país e no mundo e já vai pra rua, suar em busca da notícia que tem que chegar até você o mais rápido possível.

Lembro da Paulinha Valdez falando justamente sobre isso, ela disse tudo isso que eu já disse e ainda completou: “E não pensem que eu sou reconhecida na rua.” Veja o post sobre a Paulinha aqui.
Então, caros leitores, ser jornalista não é ser megastar, ser jornalista é trabalhar muito, assim como a vendedora, atenciosa e extrovertida que me atendeu, assim como o garçom do Cruz de Malta, simpático e engraçado que serviu o “Seu Gomes”…

O importante é gostar do que se faz e dar o melhor de si. Só assim, seremos lembrados e teremos êxito e sucesso no que fizermos.

Das boas coisas da vida...

Pegando carona com as brincadeiras que nós, gremistas, estamos fazendo com relação ao jogo desta noite contra os “Meninos da Vila Belmiro”, aliás, “Delmiro” como disse um amigo meu. Resolvi escrever este post sobre um assunto bem simples, mas que me faz muito feliz: Peixe frito, ensopado, à milanesa…

Vocês não têm ideia como me deixa feliz um almoço ou jantar com um simples, humilde e delicioso prato principal: o tal do PEIXE… Pode ser frito, ensopado, assado, enfim, sendo peixe eu transbordo de alegria. È incrível como uma coisa tão simples pode levar uma criatura a tão procurada “Felicidade”.

Não estou exagerando, de forma alguma. Não sou de exageros… Andei pensando sobre o assunto, dia desses, quando eu e a mãe fritamos uns filezinhos de traira (pescado por nós ainda… fui ao delírio!). Voltei a pensar sábado passado quando a família se reuniu na casa de uma tia para fritar mais peixinhos, diga-se de passagem, nada melhor que reunir a família, comer um peixinho e saborear um bom vinho!

Bom, em meio aos meus devaneios. Achei um dos motivos de tanta alegria em saborear um peixe. Na verdade, os motivos são muitos, entre eles está o fato de ser apaixonada por frutos do mar, lagoa, açude, arroio… Mas vamos ao tal motivo, já que foi ele que me motivou a escrever este post. O peixe me lembra infância, mais precisamente minha infância e adolescencia em Jaguarão, cidade na qual fui gerada, terra do meu pai, vó, vô, tios, primos e que sempre me deu muitas alegrias.

Uma das lembranças mais marcantes que tenho, quando meu avô ainda era vivo, eu pequenina, em um lugar que não lembro o nome, acho que era Passo de alguma coisa (Passo da Areia, Passo das Pedras ou algo parecido), isso não importa, iamos sempre acampar lá. Era um lugar lindo, para chegar no local onde acampavamos só de barco. Lembro que ia de barco com o meu avô colocar as redes e, depois de algum tempo, voltavamos lá para puxar as redes, achava aquilo fantástico. Os bagres pulando dentro do barco e o meu avô me ensinando a limpá-los. Ainda nestes acampamentos, lembro direitinho da gurizada toda pescando, uns micro-peixes. Depois a gente abria um por um, colocava um salzinho e colocava a assar em fogo de chão. Era uma delícia!

Por estas lembranças que ficaram guardadas em minha memória, acredito que a minha alegria está muito bem explicada e, a propósito, espero que hoje a noite tenha peixe frito na Vila Belmiro. A peleia será dura, defesa de improviso, mas temos a vantagem. Dá-lhe Grêmio!

Atualizandoo texto: Não deu : P

Orgulho de ser gaúcha

escrita em 17 de maio


Recebi um e-mail sobre o que é ser gaúcho (leiam no final do post), e resolvi postar alguma coisa sobre o assunto, tô com pouco tempo para entrar em detalhes sobre o assunto, mas ai vai uma rapidinha...

Fora as bobagens e brincadeiras que todo mundo fala sobre o gaúcho, eu acredito q nosso povo seja o mais orgulhoso do Brasil sim. Como diz o Guri de Uruguaiana. “Não sei pq a cultura gaúcha não faz sucesso” hauhauah. Brincadeiras a parte, a verdade é que o povo gaúcho é um povo diferente, que luta por ideais, que cultiva as tradições… as características eu nem preciso dizer! E é incrível como o resto do Brasil nos enxerga, não to falando de aceitação (a aceitação é indiscutível, pois a visão dos outros estados é de q o povo gaúcho é trabalhador e a receptividade é enorme na maior parte do País), mas de estranhamento, talvez por ser difícil assimilar a nossa cultura, tão diferente.

Lembrei agora de uma música do grupo Alma Musiqueira vou postar a letra aqui, ela traduz muito bem, a nossa visão de Brasil e a visão dos outros estado com relação ao nosso.


Coplas de um gaúcho brasileiro


Esta parada que eu carrego no meu jeito
Me vem do peito, embriagado de ideal
Eu sou de um povo que se fez a ferro e fogo
Guardando posto do Brasil meridional.


Os olhos firmes não retratam amarguras
Pois, as agruras não são mais que provações
Se rio pouco, quando rio, sou sincero
Sei o que quero, não nasci pras ilusões.


E a cada dia que o Brasil fica mais velho
Eu me revelo mais gaúcho e brasileiro
Pena que os olhos do país, às vezes, turvam
E nos enxergam muito mais como estrangeiros.


É bem verdade que não somos agregados
Aos que parados, choram pranto de miséria
Sangue latino, coração de terra bruta
A nossa luta é por trabalho e gente séria.


Nossas verdades têm razões nacionalistas
Como ativistas da cultura regional
Já não pregamos nenhuma separação
Revolução é dar a mão ao seu igual.


Por isso eu digo, a cada brasileiro
Que se revele com orgulho da nação
Apenas peço, não esqueçam do Rio Grande
Que ainda temos o Brasil no coração.




Agora o e-mail:



SER GAÚCHO ÉÉÉ . . .
... é morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor;
... é assinar Zero Hora em Nova York;
... é estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha;
... é bater no filho ao descobrir que ele é Flamengo;
... é chamar jacaré de lagartixa;
... é achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo;
... é ter confiança em bancos gaúchos;
... é comemorar uma revolução que não deu certo;
... é chamar a mulher de prenda;
... é dizer que é fácil fazer churrasco;
... é comer a costela antes da picanha;
... é dizer que vaso de banheiro é PATENTE;
... é comer NEGRINHO em vez de brigadeiro;
... é falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro;
... é falar TU em vez de VOCÊ;
... é enviar cartão postal de TORRES;
... é fazer compras no SÚPER;
... é dizer que tem um FRIGIDAIRE em vez de geladeira;
... é achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
... é achar que o GUAÍBA é rio;
... é dizer que tomar água à 100º C com gosto de mato é coisa de macho;
... é chamar geléia de CHIMIA;
... é chamar doce de leite de MU-MU;
... é falar classe em vez de carteira;
... é falar roleta em vez de catraca;
... é falar lomba em vez de morro;
... é poder falar tri legal ou muito tri;
... é chamar quarteirão de quadra...
... é chamar semáforo de sinaleira (ninguém entende);
... é falar "capaz" (ninguém entende também);
... é torcer pra qualquer time que esteja jogando contra o time adversário (grêmio ou inter);
... é ficar babando na frente do açougue e achar carne "linda";
... é gostar de passar frio (5 graus e o índio velho vai colocar um moletom);
... Outra coisa que só o gaúcho fala é "pechada" quando se refere a uma batida de carros... ninguém entende;
... Chegar no mercado e pedir: me dá 5 pila de cacetinho e 1 kilo de guisado...

Ser gaúcho é:
- saber que a nossa pátria é o Pampa e não a praia com coqueiros;
- saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho;
- saber que nosso valor é a lisura e não a malandragem;
- é ser simples de modos, mas reto de caráter;
- é ser franco e direto, nem que isso cause inimizades;
- é ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões;
- é ser um respeitador fiel da hierarquia funcional e o primeiro a proclamar a igualdade;
- é um ser batalhador, que não desiste nunca;
- é um rebelde, que nunca aceita ser dominado;
- é um bravo, que não foge de uma luta por ser difícil;
- o gaúcho autêntico é um verdadeiro tradicionalista.

Não porque aprende coisas no CTG, mas porque carrega em si
Esses valores e não vê alternativa possível de vida digna fora deles. Por isso eu tenho orgulho de ser chamado de "GAÚCHO".
Um quebra costela a todos!

Não vou ficar inerte...

escrito em 04 de maio


Recebi de uma amiga um e-mail, vou colar o pensamento aqui para que possam compreender-me melhor:


‘Em seu livro, Mulheres que correm com os lobos, Clarissa Pinkola escreveu algo que muito me agradou.

"Dizem que tudo o que buscamos, também nos busca e, se ficamos quietos, o que buscamos nos encontrará. É algo que leva muito tempo esperando por nós. Enquanto não chegue, nada faças. Descansa. Já verás o que acontece enquanto isto"’


A princípio achei bem legal o pensamento, até pq sempre tive na minha cabeça – e compartilhava desta ideia com minhas amigas – que o que é nosso está guardado. Bem, não estou mudando meus conceitos não, (apesar de não ter nenhum problema em mudá-los qdo acho que não me servem mais) ainda creio que o que é meu está bem guardado e que, no momento certo, me será entregue... Assim como aconteceu, com minhas amizades, meu serviço e tantas outras coisas que poderia citar aqui.

Acontece que depois de, inclusive, utilizar esta frase algumas vezes, me aprofundei no significado dela e percebi que ela não tem muita utilidade, pelo menos na minha vida. Vou explicar o pq. Tudo o que conquistei na minha vida, foi com muito sacrifício, nada veio “de mão beijada”... Trabalhei muito para conseguir fazer minhas duas faculdades e, antes disso, já trabalhava para conseguir adquirir as minhas coisinhas, estudei muito para conseguir passar em um concurso e hj estou muito bem, obrigado! mas não é por isso que vou ficar “descansando”, como diz o referido pensamento, não é meu estilo. Sempre quero melhorar, evoluir e busco isto dia após dia.

Prefiro não ver a minha vida passar, inerte em um sofá. O q é meu está guardado, mas, no meu caso, acho que eu tenho que lutar para merecê-lo...